Há muitos e muitos anos, passado e presente se
entrelaçam em uma ditadura envolta pelas amarras do poder do consumo. São
inúmeros os desejos, anseios e sonhos furtivos que rabiscam os diários de
homens e mulheres sem idade declarada, aspirações de uma arte rica em mover o
apreço pelo novo, pela descoberta, pela vivência, pela abertura de novos
caminhos o que leva à evolução e também a decadência da humanidade.
Muitos veem a arte como uma abertura para novos
desafios, uma arte presente no desenvolvimento humano e tecnológico, da
produção do papel à invenção da imprensa novo horizonte de potencialidades, porém
a riqueza vista se dá na potencialidade da criação, de representar a vida em
todas suas formas de manifestação.
Arte não é singularidade e sim pluralidade, nela
pouco há de subjetividade ou é tomada por essa, arte se dá a partir do que
vejo, como vejo e se vejo, porém o olhar é um só.
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