sábado, 4 de janeiro de 2014

O homem de um olho só

Há muitos e muitos anos, passado e presente se entrelaçam em uma ditadura envolta pelas amarras do poder do consumo. São inúmeros os desejos, anseios e sonhos furtivos que rabiscam os diários de homens e mulheres sem idade declarada, aspirações de uma arte rica em mover o apreço pelo novo, pela descoberta, pela vivência, pela abertura de novos caminhos o que leva à evolução e também a decadência da humanidade.
Muitos veem a arte como uma abertura para novos desafios, uma arte presente no desenvolvimento humano e tecnológico, da produção do papel à invenção da imprensa novo horizonte de potencialidades, porém a riqueza vista se dá na potencialidade da criação, de representar a vida em todas suas formas de manifestação.

Arte não é singularidade e sim pluralidade, nela pouco há de subjetividade ou é tomada por essa, arte se dá a partir do que vejo, como vejo e se vejo, porém o olhar é um só.

Nenhum comentário:

Postar um comentário